sexta-feira, 16 de abril de 2010

I.

Fico feliz por ti, triste por mim e feliz por mim e por ti. Já não sei o que digo. Já não entendo. Sinto-me apenas grata por teres tornado tantas e tantas vezes os meus dias melhores.

Por me teres recrutado, por me teres ajudado, por teres dito err, tantas e tantas vezes. Por teres rido e chorado comigo. Por teres sido tudo e nada, quando nada era o que eu merecia. Por me teres ajudado a perceber o imperceptível. Agora vais à procura do que queres. Espero que o encontres., ou que pelo menos ganhes ânimo para continuar a procurar «o teu mundo, o teu lugar».

Continuarei aqui. Aqui, significando, no corredor das bolachas e biscoitos do supermercado.

sábado, 20 de março de 2010

Dear Lord

É verdade que o Billy Corgan anda metido com a Jessica Simpson?

quarta-feira, 10 de março de 2010

So true

«You may fool all the people some of the time, you can even fool some of the people all of the time, but you cannot fool all of the people all the time»


Abraham Lincoln.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Aristocracia

«Quanto a mim a sociedade divide-se em dois grandes grupos: papões e meninos assustados. (...) Um terceiro grupo que podemos classificar de aristocrático. Os seus momentos são espontâneos e têm a graça da independência, o que irrita os outros, possessos de medo ou de cólera. (...)

Mas sobretudo o que não lhes perdoam é que eles sejam os únicos que verdadeiramente cumprem um destino.»

Rita, na peça D. João e Julieta de Natália Correia

Das justificações

«Não te justifiques. Os teus amigos não precisam e os teus inimigos não acreditam.»

Ponto final. Parágrafo.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Problemas de Q.I.

«Há circunstâncias em que o Q.I. é um problema», disse ela, quando faziamos uma pausa para o café.

«Como o Q.I. pode ser um problema?», perguntei.

«O 'Que Indica' é sempre um problema», disse ela. E com toda a razão.

O Q.I. associado ao 'Que Indica' parece-me ser uma expressão brasileira próxima da nossa expressão «Factor C». O Factor C ou o Q.I. são sempre um problema.

Mesmo quando as pessoas colocadas por indicação ou cunha numa determinada função sejam grandes profissionais, a verdade é que para quem chefia é muito difícil garantir a igualdade, e premiar apenas por mérito ou produtividade.

Desde que comecei a trabalhar que sinto isso. Não é que os profissionais recrutados por um processo normal sejam mal tratados, mas os amigos dos amigos, dos sobrinhos e dos tios são sempre mais bem tratados. Recebem melhores computadores, mesmo quando não distinguem o Windows Vista do Windows 7, têm direito a carro da empresa, e afins.

Sempre fui contratada por processos ditos normais de recrutamento. Não sei o que é estar do outro lado. E, honestamente, espero nunca saber.

Febre

É só a mim ou esta febre do Alice no País das Maravilhas, dos Chapeleiros Loucos, das Rainhas de Copas e Vampiros vegetarianos já começa a irritar solenemente.

Provavelmente é só a mim.