Há 13 anos
sábado, 20 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
So true
«You may fool all the people some of the time, you can even fool some of the people all of the time, but you cannot fool all of the people all the time»
Abraham Lincoln.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Aristocracia
«Quanto a mim a sociedade divide-se em dois grandes grupos: papões e meninos assustados. (...) Um terceiro grupo que podemos classificar de aristocrático. Os seus momentos são espontâneos e têm a graça da independência, o que irrita os outros, possessos de medo ou de cólera. (...)
Mas sobretudo o que não lhes perdoam é que eles sejam os únicos que verdadeiramente cumprem um destino.»
Rita, na peça D. João e Julieta de Natália Correia
Mas sobretudo o que não lhes perdoam é que eles sejam os únicos que verdadeiramente cumprem um destino.»
Rita, na peça D. João e Julieta de Natália Correia
Das justificações
«Não te justifiques. Os teus amigos não precisam e os teus inimigos não acreditam.»
Ponto final. Parágrafo.
Ponto final. Parágrafo.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Problemas de Q.I.
«Há circunstâncias em que o Q.I. é um problema», disse ela, quando faziamos uma pausa para o café.
«Como o Q.I. pode ser um problema?», perguntei.
«O 'Que Indica' é sempre um problema», disse ela. E com toda a razão.
O Q.I. associado ao 'Que Indica' parece-me ser uma expressão brasileira próxima da nossa expressão «Factor C». O Factor C ou o Q.I. são sempre um problema.
Mesmo quando as pessoas colocadas por indicação ou cunha numa determinada função sejam grandes profissionais, a verdade é que para quem chefia é muito difícil garantir a igualdade, e premiar apenas por mérito ou produtividade.
Desde que comecei a trabalhar que sinto isso. Não é que os profissionais recrutados por um processo normal sejam mal tratados, mas os amigos dos amigos, dos sobrinhos e dos tios são sempre mais bem tratados. Recebem melhores computadores, mesmo quando não distinguem o Windows Vista do Windows 7, têm direito a carro da empresa, e afins.
Sempre fui contratada por processos ditos normais de recrutamento. Não sei o que é estar do outro lado. E, honestamente, espero nunca saber.
«Como o Q.I. pode ser um problema?», perguntei.
«O 'Que Indica' é sempre um problema», disse ela. E com toda a razão.
O Q.I. associado ao 'Que Indica' parece-me ser uma expressão brasileira próxima da nossa expressão «Factor C». O Factor C ou o Q.I. são sempre um problema.
Mesmo quando as pessoas colocadas por indicação ou cunha numa determinada função sejam grandes profissionais, a verdade é que para quem chefia é muito difícil garantir a igualdade, e premiar apenas por mérito ou produtividade.
Desde que comecei a trabalhar que sinto isso. Não é que os profissionais recrutados por um processo normal sejam mal tratados, mas os amigos dos amigos, dos sobrinhos e dos tios são sempre mais bem tratados. Recebem melhores computadores, mesmo quando não distinguem o Windows Vista do Windows 7, têm direito a carro da empresa, e afins.
Sempre fui contratada por processos ditos normais de recrutamento. Não sei o que é estar do outro lado. E, honestamente, espero nunca saber.
Febre
É só a mim ou esta febre do Alice no País das Maravilhas, dos Chapeleiros Loucos, das Rainhas de Copas e Vampiros vegetarianos já começa a irritar solenemente.
Provavelmente é só a mim.
Provavelmente é só a mim.
sábado, 9 de janeiro de 2010
E a moda dos três nomes?
Catarina Pereira de Castro, Luís Filipe Albuquerque, Maria Alberta Custódio
Tudo isto são nomes fictícios que acabei de inventar. Os que por obra do destino têm estes nomes, o meu perdão. Não vale a pena colocar um processo em tribunal por difamação que isto é apenas a título exemplificativo.
Voltando ao ponto inicial. Gostaria de saber qual é o objectivo das pessoas que assinam com três nomes, criam perfis no Facebook com três nomes, quando se apresentam a alguém fazem absoluta questão de dizer três nomes?
«Boa tarde, Catarina. Gostava de te apresentar o Luís Filipe Albuquerque?»
«Olá Luís Filipe Albuquerque, eu sou a Maria Alberta Custódio.»
Podeis perguntar porque raio a moça se deixa afectar por isso? Tenhais toda a razão, mas eu ainda não expliquei o ponto fulcral. Como os nomes com três nomes (?) são demasiado longos, há a tendência para criar acrónimos dos nomes.
«Boa tarde, Catarina. Gostava de te apresentar o LFA?»
«Olá LFA, eu sou a MAC.»
Não preciso explicar o ridículo da situação, pois não?
Tudo isto são nomes fictícios que acabei de inventar. Os que por obra do destino têm estes nomes, o meu perdão. Não vale a pena colocar um processo em tribunal por difamação que isto é apenas a título exemplificativo.
Voltando ao ponto inicial. Gostaria de saber qual é o objectivo das pessoas que assinam com três nomes, criam perfis no Facebook com três nomes, quando se apresentam a alguém fazem absoluta questão de dizer três nomes?
«Boa tarde, Catarina. Gostava de te apresentar o Luís Filipe Albuquerque?»
«Olá Luís Filipe Albuquerque, eu sou a Maria Alberta Custódio.»
Podeis perguntar porque raio a moça se deixa afectar por isso? Tenhais toda a razão, mas eu ainda não expliquei o ponto fulcral. Como os nomes com três nomes (?) são demasiado longos, há a tendência para criar acrónimos dos nomes.
«Boa tarde, Catarina. Gostava de te apresentar o LFA?»
«Olá LFA, eu sou a MAC.»
Não preciso explicar o ridículo da situação, pois não?
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Coisas que me fazem chorar no trabalho
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