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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Dos vizinhos...

Há os que dizem bom dia, boa tarde, boa noite, há os que nos fazem procurar as chaves dentro da mala no elevador, quando sabemos que estão no bolsinho interior, há os giros, há os feios, há os que nos chamam senhores e senhoras e acham que devemos ser primos do primeiro-ministro para tanta reverência, há os que nos falam da vida deles e da vida do prédio inteiro... e todos eles têm algo de interessante ou têm pelo menos de... kitsch! Menos uma senhora.

Creio que todos nós temos uma vizinha assim. É matreira. Diz bom dia pelo canto da boca, cheira mal dessa mesma boca, anda de chinelos, esteja sol ou a nevar. Traz sempre a carteira debaixo do braço e parece que a única roupa que tem é a bata da cozinha, manchada pela gordura dos pastéis de bacalhau. As meias... ah as meias... têm apenas uma característica: são sempre as mesmas!
Raramente fala, mas quando começa... não há meio de a calar.
Infelizmente mora mesmo no andar de baixo, parece que está com infiltrações e acha que isso tem a ver com a quantidade de banhos que decido tomar por dia!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Everything about women

Prefiro mundos dominados por homens


Depois de um ano e meio a trabalhar com diversos exemplares da espécie, verifiquei que:


1. Conseguem ser até mais brutos e rudes do que podemos imaginar;
2. Conseguem comer com formigas ao lado - dizendo que, afinal, são um animal doméstico!;
3. Têm até capacidade de notar um novo corte de cabelo e a nova cor nas unhas, mas optam sempre pelas críticas negativas;
4. Quando se odeiam, os seus olhos não conseguem mentir...

No entanto, e apesar de tudo isto, a verdade é que prefiro mundos masculinos.

Bastou-me um mês num universo feminino para ter essa certeza.

Notícia: «44% das mulheres portuguesas são vítimas de assédio sexual no trabalho»

- «Algumas delas merecem, vão trabalhar como quem vai para a noite!»
- «Sim, a maioria quer é subir na horizontal!»

Os comentários saíram das bocas de algumas mulheres do século XXI: que são licenciadas, supostamente informadas, que conservam uma carreira profissional estável, que vão ao ginásio e tudo e tudo e tudo. Não via «os rudes» a dizerem isto.